Nosso encontro da última quarta-feira 22 foi marcado pelas participação de colegas ( Flávia, Dayanne e Noberta), que expuseram suas experiências com o hipertexto, destacando a importância do blog no processo de ensino e aprendizagem, bem como da leitura das imagens no processo de produção de sentidos, e a discussão teórica realizada acerca do hipertexto.
Para ter acesso a uma das apresentações da aula, você pode visitar o site da Flávia: Hipertexto, Multimodalidade e Gêneros Digitais
Após as apresentações, o Professor teceu algumas considerações acerca do que foi abordado pelos pesquisadores, abrindo discussões sobre definições e características do hipertexto. Nessa aula, percebi que há uma necessidade de estudarmos o hipertexto para além da sua constituição textual, considerando, assim, os elementos discursivos do hipertexto, as diversas vozes que constitui e a produção de sentidos no espaço virtual.
Neste espaço, apresentarei reflexões a partir das leituras e discussões realizadas nas aulas de Tópicos Avançados em Estudos Textuais: Hipertexto e Gêneros Digitais, ministradas pelo Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes, no Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística da UFAL.
terça-feira, 28 de abril de 2015
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Encontro 2/8
Na última quarta-feira (2/8), retomamos a discussão sobre a história do hipertexto, com base no texto "Breve histórico do hipertexto" (2011), de Luiz Fernando Gomes. Refletimos sobre questões sugeridas pelo Professor, 16 questões, especificamente, disponíveis no site da disciplina (http://media.wix.com/ugd/9e4e57_cf50f3f4505c46d8b7d6187acaf3d9d8.pdf)
Um dos pontos importantes para destacarmos é o que se refere à criação da "edição de texto em tela", por Douglas Engelbart e sua equipe. A equipe construiu o primeiro sistema para linkar blocos de informação, criando, também, o pioneiro sistema de hipermídia para computadores.
No segundo momento da aula, iniciamos a leitura do texto "Texto e hipertexto: o 'hiper do hipertexto e outras questões" (Luiz Fernando Gomes, 2010). O texto traz uma preocupação com o estudo do hipertexto nas pesquisas desenvolvidas na Linguística, uma vez que esse gênero digital é definido sob diversas perspectivas, sendo, usualmente, caracterizado segundo sua usabilidade e sua técnica, já que foi desenvolvido no campo da informática.
Segundo Gomes (2010, p. 2), "é necessário entender melhor o hipertexto como objeto de estudo da linguística, sua produção e recepção e sua usabilidade, esta relacionada ao hipertexto enquanto produto tecnológico. A visão que tivermos do hipertexto trará implicações aos papéis que atribuímos aos seus autores e aos leitores".
GOMES, Luiz Fernando. Hipertextos Multimodais: leitura e escrita na Digital. Jundaí: Paco Editora, 2010, p. 19-32.
sábado, 11 de abril de 2015
Primeiro encontro presencial 1/04: Iniciando as discussões
Na nossa primeira aula, o professor Luiz Fernando apresentou o plano da disciplina Tópicos Avançados em Estudos Textuais: Hipertexto e Gêneros Digitais, enfatizando os objetivos, o processo de avaliação e abertura do plano para outras possíveis discussões acerca do hipertexto.
Nesse momento, escrevemos o que entendíamos por hipertexto. Achei, haja vista que, no final da disciplina, poderemos retomar o que escrevermos e veremos como avançamos na compreensão da temática.
Iniciamos, também,a leitura do texto "Breve histórico do hipertexto" (disponível em: http://luizgomes39.wix.com/hipertexto#!aula-um/cihc), de Luiz Fernando Gomes. Nessa leitura inicial, vimos que o hipertexto foi desenvolvido, no computador, por Theodore Nelson, em 1960, como um trabalho de pós-graduação em Harvard" Para Nelson, o hipertexto "era um trecho de texto verbal ou pictórico interconectado com inúmeros outros trechos, por meio de links, de forma complexa, isto é , não linear, que não pode ser representado de forma conveniente de forma impressa (GOMES, 2011, p.4).
Com o decorrer dos anos, a noção de hipertexto foi ampliada, até chagarmos na Web 2.0, que é caracterizada pela possibilidade de produção de conteúdos de todos os usuários . Dessa forma "Podemos dizer que a Web, hoje, é um hipertexto aberto, pois quais tudo que há nela está interconectado e documentos podem ser acessados e acrescentados a a partir de qualquer ponto (mesmo simultaneamente). A Web caracteriza também um hipertexto descentralizado - não há uma sede da Web - e também não hierárquico, isto é a Web não tem chefe ou dono" ( GOMES, 2011, p. 7).
Referência:
GOMES, Luiz Fernando. Hipertexto no Cotidiano Escolar. Série Trabalhando Com. São Paulo:Cortez Editora, 2011, p. 15-25.
Tópicos Avançados em Estudos Textuais: Hipertexto e Gêneros Digitais
Olá, seja muito bem-vind@ a este espaço de reflexões.
Aqui, registrarei minhas reflexões e inquietações resultantes das discussões realizadas nas aulas de Tópicos Avançados em Estudos Textuais: Hipertexto e Gêneros Digitais,ministradas pelo Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes, no Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística (PPGLL/UFAL) do qual sou estudante de doutorado, com área de concentração em Linguística - Análise do Discurso francesa.
Meu interesse em cursar a disciplina surgiu pela necessidade que tive de compreender o funcionamento e a produção de sentidos dos gêneros digitais, especialmente, do hipertexto, na escola brasileira, uma vez que os gêneros digitais vêm sendo apresentado, nos discursos oficiais e midiáticos, como alternativas "eficazes" para o ensino de língua materna e/ou estrangeira.
Espero que, ao final da disciplina, eu tenha compreendido melhor o que é e como funciona o hipertexto. Nesse caminho, acredito que perderei "certezas", ganharei mais dúvidas, e terei iniciado um percurso de investigação que não se esgotará no espaço da universidade.
Gostaria de pausar esta apresentação com uma citação que, a meu ver, remete ao processo de conhecimento de algo que se mostra novo para nós:
"O momento de uma descoberta tem fundamentalmente a ver com o desequilíbrio de uma certeza" (Michel Pêcheux, Semântica e Discurso, p. 303).
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