quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Aula 14/10/2015

Na aula do dia 14, o professor iniciou as discussões falando das mudanças nos conceitos de links. Continuamos, também,  as  discussões acerca dos gêneros digitais, com a apresentação de alguns textos.

Sandra e Josineise apresentam o texto "Gêneros digitais: as TIC como possibilidades para o ensino de língua portuguesa". Na discussão, foram levantadas questões relativas aos conceitos de gênero e ao ensino de língua portuguesa.Em seguida, Eliezer falou da imposição do uso das tecnologias nas escolas

Edson conduziu a reflexão sobre o texto " Gêneros textuais digitais: ensino/aprendizagem da web literatura", de Jéssica Carneiro. Foi destacado o conceito de "transletramentro hipertextual" apresentado pela autora do artigo, noção que toma como base a variedade de gêneros textuais e digitais que circulam na web. Os slides e o texto apresentados estão no blog do Edson. 

A atividade com questões sobre hipertexto e gêneros digitais ficou para ser discutida na aula do dia 21/10.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Retorno às aulas 7/10/2015

Com o fim da greve  e retorno das atividades acadêmicas, voltamos às aulas de Hipertexto e Gêneros Digitais.
No começo do encontro, o professor falou sobre a organização do calendário acadêmico, e retomou a discussão sobre hipertexto e gêneros digitais. Foram apresentadas as seguintes questões para que pudéssemos refletir e retomar o que tratamos.

1- Apontem as principais semelhanças e diferenças entre texto e hipertexto, dividindo-as em três aspectos:

2- Qual a relação entre internet, web e hipertexto?

3- Quais as principais funções dos links? Dentre as funções chamadas retóricas, quais as que vocês percebem como as mais importantes ou as mais usuais?

4- Sobre o chamados gêneros digitais, apresentem a(s) definição(ões) de gênero que perceberam ser mais produtivas para suas pesquisas/atividades com as linguagens no meio digital.  Com base nessa(s) teoria(s) façam um elenco de gêneros digitais, justificando cada um dos gêneros elencados mediante um enquadramento teórico.


segunda-feira, 1 de junho de 2015

Aula 27/5

No nosso último encontro, tivemos discussões dos textos apresentados pelos cursistas da disciplina.

Os textos discutidos foram:

1.  Analysing the rhetoric of digital genres ( Shepherd, Juaçaba, Matos, Pontes e Velloso) - apresentado pela Flávia e pela Niedja.

2. Critérios para o estudo de reelaborações de gêneros em redes social (Júlio Araújo), apresentado por  Nildo, Luciano e Josimar.

3.  Gêneros textuais no contexto digital & educacional ( Ediléa Féliz Côrrea) apresentado por mim, pela Dayanne e pelo João.


Créditos da foto: Musilyu


Côrrea apresenta um ensaio sobre gêneros digitais, mas o texto, a nosso ver, carece de fundamentação teórica específica, e apresenta noções muito gerais, sem estabelecer uma efetiva reflexão sobre a temática. Nossa hipótese é a de que o texto tenha sido escrito no início da discussão acerca dos gêneros digitais ( não conseguimos encontrar a data, sabemos, apenas que a visualização foi realizada - 03/05/2011).

Apesar dos problemas metodológicos e teóricos, o texto possibilitou uma importante discussão acerca dos chamados gêneros digitais, bem como dos termos que têm sido recorrentemente utilizados, como:  "discurso eletrônico", gênero virtual", "escrita eletrônica" etc;

Abaixo, apresento o roteiro que organizamos para a discussão do texto:


-Sobre o título: gêneros textuais x gêneros digitais;
-Resumo não apresenta a discussão que há no texto;
-Problemas na articulação dos argumentos dos autores;
-Não discute algumas citações;
-Bakhtin apud Marcuschi (2002);
-Não apresenta exemplos dos gêneros digitais citados;
-
-Ausência de uma discussão mais específica sobre os gêneros textuais/digitais no contexto escolar.


Questões norteadoras:
Que propriedades têm os gêneros digitais?
O que os distingue dos já existentes na linguagem do dia-a-dia?
De que maneira eles contribuem para o letramento digital dos professores?
ESTUDO DOS GÊNEROS                              GÊNEROS DIGITAIS
Erickson (1998); Bakhtin apud Marcuschi (2002); Marcuschi (2002); Paiva (2004; 2006); etc.


Hipertexto:
“[...] um tipo de texto virtual que traz consigo uma maneira diferente de comunicar, que envolve, não só elementos textuais, mas também imagens, sons e links que transportam o leitor para diversos tipos de textos, possibilitando uma interação participativa e até mesmo colaborativa, dependendo de seu formato” (ibid., p. 926, grifos nosso).
Xavier (2004, p. 171)

“o hipertexto pode ser entendido como uma ‘forma híbrida, dinâmica e flexível de linguagem que dialoga com outras interfaces semióticas, adiciona e condiciona com sua superfície formas outras textualidades’. A presença de links nos hipertextos permite a interconexão com outras fontes de informação, tornando uma grande rede de relações e formações de significados dentro da esfera textual, estabelecendo uma ampla intertextualidade virtual” (p. 926).

Tipologia dos gêneros virtuais

Com base em Marcuschi (2002), Côrrea apresenta os "tipos de gêneros" considerados pelo linguista como "os mais conhecidos". Não há exemplos no texto, por isso, realizamos uma pesquisa para ilustrar esses "tipos de gêneros".

E-mail


-Correspondência eletrônica;
-Mensagens assincrônicas;
-Envio de sons e imagens rapidamente;
-Agrega características de outros gêneros: carta, memorando, bilhete, conversa informal, cartas comerciais, telegrama;
-Pode apresentar limitações em relação ao feedback
-Mensagens não solicitadas, vírus;
Na educação:
- Envio de textos para várias pessoas ao mesmo tempo




Chat

Conversa informal;
interação sincrônica e simultânea em tempo real com várias pessoas;
linguagem com abreviações, emoticons;
Interações em salas abertas ou fechadas
Geralmente, não há identificação
Na educação:
Projetos colaborativos: “extremante poderosa” para tornar a discussão dinâmica;
reduz “dicas da comunicação física”;

Participação “igualitária” pelos que são “excluídos ou discriminados”





Listas de discussão (Mailing list)

Grupo de pessoas com interesses específicos;
Comunicação de forma assíncrona via e-mail;
Mediada por um responsável que organiza as mensagens e faz triagem;
Discussão de tópicos acadêmicos;
Linguagem formal;
Uso da linguagem escrita;
Transmissão de informações sobre os tópicos da lista úteis ao grupo;
Aprendizagem colaborativa.


 Vídeo conferência interativa

Interação vídeo e áudio simultaneamente;
Participantes em lugares diferentes;
economia de  gastos;
sessões de chat;
Na educação:
Difícil acesso – custo dos equipamentos;
“ Vale acreditar, que no futuro,  as condições de uso desse gênero possa ser adotado pelas escolas em ocasiões em que um palestrante longínquo possa nos apresentar seus conhecimentos por meio desse sistema, o qual traria grande aproveitamento no desenvolvimento profissional dos professores” (p. 230).







Em seguida, tivemos as apresentações  dos seguintes textos:

4. Gêneros digitais: as TIC como possibilidades para o ensino de língua portuguesa (Lopes, Góes e Piccolotto) - Alcilene  e Arly.

5. Digital Genres, New literacies and autonomy in language learning (Askehave e Nielsen) - EliezerLuziene.


sábado, 23 de maio de 2015

Aula 20/04

Nosso último encontro foi dividido em dois momentos: apresentação dos hipertextos autoriais e tipos de links, e, no segundo momento, apresentação e discussão sobre os chamados gêneros digitais.

Eu, ArlyEdsonRoseaneLuciano e Alcilene.   Todos nós apresentamos hipertextos que produzidos e tipos de links que pesquisamos

A minha apresentação abordou as questões que postei aqui na postagem anterior, mas que irei retomá-las para situar minha fala na aula.

No primeiro momento, apresentei a análise estrutural de uma matéria retirada do site http://www.infomoney.com.br/






Como podemos observar, a matéria "Crise à vista? Hora de investir na carreira pública" apresenta seis 6 palavras/ links ( economia, inflação, confiança, crise, política e benefícios) que são entradas para outras páginas. Ao clicar no link economia, obtive páginas com assuntos sobre economia. Naquele momento, calculei 4.980 links. Sim, foi preciso fazer as contas, pois a página não apresenta o número de matérias relacionadas ao link economia. 


Em seguida, mostrei aos colegas o hipertexto educacional (para, especificamente, alunos de ensino médio) que produzi  a partir da música Monte Castelo da Banda Legião Urbana. O prof. Luiz ressaltou a importância da utilização de links que possibilitem uma maior argumentação por parte do leitor, essa observação foi realizada devido aos links  que propus no hipertexto, uma vez que, ao trabalhar a intertextualidade, pode-se pensar na relação entre os textos apresentados a partir dos links. Eis a atividade hipertextual que propus:

Proposta de de atividade para trabalhar a noção de intertextualidade. Os links são fundamentais para a compreensão e realização da atividade.



Monte Castelo



 

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece
O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria



*        Aqui você pode  assistir o vídeo com a música  Monte Castelo.
*        Após a leitura dos textos, você conseguiu estabelecer uma relação(ões) entre eles? Qual(is)?
*        Você pode apresentar outros textos que apresentam algum diálogo com esses textos.



Por fim, apresentei os tipos de links indesejáveis que encontro diariamente quando acesso sites:

O primeiro chamei de "links que atrapalham". Sim, eles dificultam a leitura do site.


O segundo grupo chamei de "links que aparecem a partir de pesquisas feitas anteriormente". Há dias, realizei a pesquisa dos produtos destacados com a seta, e eles reaparecem todas as vezes em alguns sites que acesso.



Roseane e Cecília apresentaram o texto "Os gêneros textuais e o desafio de alfabetizar letrando", de Júlio César Araújo (UFC), disponibilizado blog da Luziana. A partir da apresentação, realizamos discussões acerca do texto.


domingo, 17 de maio de 2015

Aula 13/05

O nosso encontro da última quarta-feira foi organizado em dois momentos: no primeiro, os estudantes Álvaro, Eliezer, Josimar e Júnior Barbosa, apresentações que desencadearam diversas discussões acerca da construção de hipertextos.  Nos links abaixo, você pode visitar os blogs desses colegas:


http://shangduhipertexto.blogspot.com.br/ Álvaro

http://diariodeummestrando2015.blogspot.com.br/ Josimar

http://juniorbarbosamelo.blogspot.com.br/  Júnior Barbosa

https://cybertexto.wordpress.com/  Eliezer


No segundo momento da disciplina, iniciamos as apresentações sobre os gêneros digitas, discussões que  trouxeram à tona assuntos relacionados a organização, definição o processo de ensino-aprendizagem desses gêneros.

Gostaria de apresentar aqui, também, minha atividade que foi solicitada a partir do texto "Classe de Links e Tipos de Links".





1.      Fazer esquema ou diagrama que revele a estrutura básica do design do hipertexto de um blog, portal ou site, à sua escolha.




   2. Produzir hipertexto jornalístico ou educacional.

     Proposta de atividade para trabalhar a noção de intertextualidade. Os links são fundamentais para a compreensão e realização da atividade.


Monte Castelo



 

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece
O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria



*        Aqui você pode  assistir o vídeo com a música  Monte Castelo.
*        Após a leitura dos textos, você conseguiu estabelecer uma relação(ões) entre eles? Qual(is)?
*        Você pode apresentar outros textos que apresentam algum diálogo com esses textos?







3- Exemplo de links
Links indesejáveis que atrapalham




 Links que aparecem a partir de pesquisa feita anteriormente








segunda-feira, 11 de maio de 2015

Aula 6/5

No encontro da última quarta-feira, alguns colegas apresentaram suas atividades, solicitadas pelo Professor do curso, Luiz Fernando Gomes, a partir do texto "Tipos de Links".

Alguns estudantes apresentaram suas atividades,  a partir das quais foram discutidas questões sobre a leitura e produção de hipertextos.


É interessante destacar , a partir da leitura do texto "Tipos de Links", a função retórica  e argumentativa dos links, uma vez que são elementos centrais e fundamentais do hipertexto. Segundo Gomes, além de conectarem documentos de um hipertexto, os links, antes mesmo de serem clicados, acionam interpretações do leitor. 

Assim, os links atuam também como operadores de argumentação, tendo funções como: ilustrar, modificar, ampliar,  restringir, aprofundar, explicar, induzir, comentar etc.Os links têm uma função estrutural (seções de site, menu), que são, da mesma forma, retórica e argumentativa.Quanto à aparência, os principais tipos de link são: ícones, cores, palavras e botões, que também desempenham função retórica.


Referência:

GOMES, Luiz Fernando. Hipertexto no cotidiano escolar. Série Trabalhando Com. São paulo, Cortex Editora, 2011, p. 51-60.











































































































































































































































































































































segunda-feira, 4 de maio de 2015

Aula 29/04

No primeiro momento da aula, o prof. Luiz Fernando apresentou a proposta do 3º Encontro de Editores de Revistas Acadêmicas - Políticas editoriais para periódicos da área de Letras e Linguística: critérios, tendências e perspectivas , que será realizado nos dias 14 e 15  de maio, na Universidade Federal de Alagoas.

Sabia mais sobre o evento aqui.

No segundo momento da aula, retomamos a discussão sobre Hipertexto, suas definições e características, com base no texto " Hipertexto: definição, tipologia e características", disponível aqui, do prof. Dr. Luiz Fernando Gomes. 


Inicialmente, é preciso destacar que não há uma definição unica de hipertexto. Gomes propõe que consideramos, para a nossa discussão, a seguinte noção de hipertexto:



"O hipertexto pode ser entendido como um texto exclusivamente virtual que possui como elemento central a presença de links. Esses links, que podem ser palavras, imagens, ícones, etc., remetem o leitor a outros textos, permitindo percursos diferentes de leitura e de construção de sentidos a partir do que for acessado e, consequentemente, pressupõe certa autonomia de escolha dos textos a serem alcançados através dos links. É um texto que se atualiza ou se realiza, se concretiza, quando clicado, isto é, quando percorrido pela seleção dos links" (GOMES, 2011, p. 2).



A classificação dos hipertextos também é abordada pelo autor. Os hipertextos são organizados em duas categorias: abertos e fechados.
Nos abertos, os links remetem a documentos que estão em outros servidores. Gomes (2011) explica que a web é um exemplo genérico de hipertexto aberto. Nos hipertextos fechados, os conteúdos são encontrados apenas numa unidade, não podendo haver alterações, como o CD-ROM, por exemplo.
O autor ressalta que há textos abertos que permitem que o leitor acrescente links e/ou participe da própria escrita do texto, como, por exemplo a Wikipedia.

No tocante, à estrutura e a flexibilidade de navegação, o hipertexto é classificado em quatro tipos, a saber: linear, hierárquico, reticulado e em rede. Abaixo, alguns exemplos:



Sequencial/Linear
Adicionar legendahttp://pt.slideshare.net/iarasantos/o-que-hipertexto-4551177



No modelo sequencial, a leitura é linear. 


Hierárquico
http://www.soportugues.com.br/secoes/morf/


No modelo hierárquico, há uma entrada principal  pela qual o leitor tem acesso a documentos. (GOMES, 2011)

Reticulado
http://www.mec.gov.br/

O modelo reticulado permite maior acesso, mas não integra todos os documentos (GOMES 2011).


No modelo em rede, todos os documentos são acessados a partir e qualquer ponto. (GOMES 2011).

Importância das pesquisas sobre tipos de hipertexto para a Linguística:

Tratar de definições e tipos de hipertexto traz algumas implicações/contribuições desafios para nós, enquanto professores/pesquisadores de línguas.
Nesse sentido, o estudo de tipos de texto mostra à Linguística um campo de produções que ultrapassam os limites dos critérios e definições postas. O hipertexto, que tem como principal característica a presença de links, tem especifidades textuais e apresenta uma estrutura argumentativa que pode mobilizar pesquisas em torno da compreensão dos mecanismos de produção de sentidos desses/nesses textos digitais.

Importância para o ensino de leitura e escrita de hipertexto:

O ensino da leitura e escrita de hipertextos pode ser pensado em relação à diversidade de seus tipos, os quais requerem formas/estratégias/habilidades de leitura/escrita, que podem começar a ser desenvolvidas  em contextos de sala de aula. 

Papel da escola no ensino de leitura e escrita de hipertextos:

À escola cabe o trabalho linguístico-discursivo com os diferentes tipos de hipertextos, não tratando-os como meras ferramentas tecnológicas, mas como uma possibilidade de  novas práticas de letramento.